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Prénom Maurilio
Age 31
But du voyage Tourisme
Nom Flores
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Durée du séjour 1 ano e meio
Nationalité Brasil
Description
Note: 4,7/5 - 3 vote(s).



Localisation : Peru
Date du message : 25/01/2011
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 Huaraz

Na rodoviaria de Lima comprei uma revista da super interessante na versao espanhola. Ao entra no onibus comecei a folear a mesma em busca de uma materia interessante pois nao estava disposto a ler a revista toda. E apos algumas paginas encontrei uma materia que falava sobre genetica. Deixada a revista de lado comecei a apreciar a paisagem ao redor da rodovia que estava na minha frente, quando de repende uma moca que estava sentado ao meu lado porem no assento do outro lado do corredor me pediu a revista emprestada e neste momento conheci Camille uma francesa que tambem estava indo em direcao a cidade de Huaraz.

Durante o percusso nao tracamos uma palavra sequer, porem ao chegar na cidade a mesma desembarcou primeiro do que eu e ao descer do onibus ela me disse que a compania tinha um servico de transporte ate o hostel e que tambem teria um hostel para nos indicar. Resolvemos entao entrar no rosto e neste momento ja estavamos na compania de Nicola, um argentino que tambem estava fazendo a mesma viagem.

Chegamos no hostel e nos alojamos, o lugar era muito bom e com um preco melhor ainda. Apos esta acomodados fomos verificar o que poderiamos fazer na cidade e eu compranhei um pacote para um trecking em volta da cordilheira branca para dois dias depois, pois no outro dia iriamos fazer um trecking de cavalos nas montanhas. Saimos pela cidade em busca de algumas informacoes turisticas e verificar o que poderiamos fazer sozinhos no periodo da tarde e encontramos uma agencia de informacao turistica onde nos aconcelharam ir para as aguas termais.

Voltamos ao hostel para descancar um pouco e por volta das 17 horas pegamos um onibus para percorrer os 30 quilometros de uma cidade a outra. Ao chegar nos termas compramos nosso ingressos para entrar tomar o nosso banho e entramos no local que por sinal nao nos agradou muito. Pois os termas nao eram naturais, alias, as aguas sim eram naturais mas foi feita uma construcao ao seu redor no qual a aparencia parecia mais com um clube. O que mais nos encomodou foi a fila de espera para entrar na sauna natural, ficamos quase 40 minutos esperando para conhecer uma fenda no meio da montanha de onde saiam vapores e migravam aguas quentes das rochas.

Apos o nosso banho termal iniciamos a volta para a cidade de Huaraz e ao chegarmos na estrada principal um rapaz e uma moca comecam a brigar para nos levar ate a cidade, ignoramos a briga e entramos no primeiro carro que vimos.  Chegamos na cidade e resolvemos comprar passar no supermercado e no mercado central para comprarmos alguma coisa para jantar. Regressamos ao hostel e preparamos o nosso jantar e depois um boa noite de sono.

No dia seguinte levantamos e pegamos novamente a van e a infernal estrada cheia de buracos com direção a um sitio onde iriamos fazer nosso passeio a cavalo. Chegamos e fomos atendido por um senhor muito agradável que arriou os cavalos e partiu conosco montanha acima. A paisagem era magnífica e as vezes tinha um pouco de medo de passar em trilhas ao lado de abismo em cima de um cavalo, mas de certa forma eu lembrava que os cavalos são animais inteligentes e acreditava que eles nunca iriam se permitir cair ribanceira abaixo. Chegamos ao topo da montanha onde estava os restos arqueologicos de um povoado Inca que sobrevivera ali no passado. Neste local paramos, alimentamos os nossos amigos e ficamos parados admirando a paisagem e a escutando o silêncio das montanhas. Na quietude eu acabei adormecendo e despertei quando Camille jogou água dentro do meu ouvido, já era hora de regressar, a tarde estava finalizando e a noite parecia chegar mais rápido do que o de costume.

 Regressamos 4 horas montanha abaixo e as vezes encontrava-mos com senhoras e crianças levando burros e cabras para casa. Caminhava-mos juntos, galopamos, trocamos de cavalos tudo que poderia-mos ter feito de bom. Chegamos no sitio com o tempo nublado, relâmpagos e trovas sobre as nossas cabeças, parecia que o céu ia desabar, mas somente pareceu porque não caiu sequer um pingo de água. Após despedir-se dos nossos amigos fomos para as margens da estrada esperar a condução para regressar a cidade de Huaraz. Nos encontrava-mos no meio entre as principais cidades onde haviam rotas de carro e com isso todos os veículos que passavam estavam com super lotação. 

Enfim passou um carro e parou mais adiante, o motorista um rapaz jovem que mais parecia um menino com seus quinze anos disse que havia três lugares disponíveis e como foi a unica opção depois de horas nós nem pensamos uma vez e caminhamos em direção ao carro. Ao chegar a surpresa, os três lugares era no porta mala e após uma troca de olhares de nós três entramos na parte traseira do carro apertando um contra o outro mas sobrando espaço para registrar este momento que passei.

 Chegamos em Huaraz e após uma ducha demorada eu adormeci imediatamente pois tinha que levantar cedo no outro dia. O motorista passou no hostel as seis horas da manhã e la estava-mos eu, Thomás e Marie um casal de amigos franceses que também iriam se aventurar no trecking Santa Cruz em volta da cordilheira branca.

Chegamos a agencia de turismo e nos reunimos com os outros viajantes para então partir para o povoado onde iniciaria a caminhada de quatro dias e viajamos por quatro horas pela agradável estrada cheias de buracos. Chegamos no inicio da trilha e foi nos dadas as explicações de iniciais antes de começar-mos a caminhar. A minha paciência neste dia estava zero, acho que eu estava cansado e também ainda com um pouco de sono. Começamos a caminhar e tão logo os mosquitos começou a me incomodar mesmo com o corpo coberto de repelente. Caminhava-mos e parava-mos para comer e descansar um pouco, eu procurei buscar os melhores ângulos para a fotografia para vê se acalmava um pouco. Depois de um dia inteiro de caminhada chegamos ao nosso acampamento, o lugar era lindo mas eu não estava inspirado em admirar a beleza. Os guias começara a repartir as barracas e fizeram um confusão e trocaram todo mundo de lugar, eu que era para ficar sozinho fiquei com Bigi uma suíça que até então eu nem conhecia. E ela que era para ficar com suas outras amigas acabou ficando comigo. Isso foi bom para mim, pelo ao menos eu tive companhia a noite e fizemos um intercâmbio cultural fantástico.

A caminhada seguiu sucessivamente por mais três dias e a medida que o tempo passava conhecia-mos mais uns aos outros tornando o passeio mais interessante. No último dia chegamos no acampamento e começou uma revolução, muito dos turistas que se encontravam começaram a reclamar que a comida tinha sido pouco e que eles estavam com fome. Os guias tentaram explicar mas não tiveram um fundamento plausível para isso.

O passeio na cordilheira branca foi muito bom, mas poderia ter sido melhor, pois muita coisa deixou a desejar principalmente a pouca comida fornecida pela agência e que após reclamação de todos pagou o almoço do ultimo dia em um restaurante.  Regressamos cansando e exausto para Huaraz e decidimos eu, Thomas e Marie permacer uma noite mais para descansar antes de seguir viagem para a cidade de Trujilo. No dia seguinte a noite a surpresa, um ônibus de luxo iria nos levar para as próximas 13 horas de viagem e isso foi melhor para podermos descansar.

 

 


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